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O VÍCIO E O TAROT

VAMOS FALAR SOBRE O "EXAGERO" ?

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O tarot, como qualquer outra coisa, pode gerar ansiedade e levar a uma compulsão tanto dos tarólogos, quanto dos consulentes. Não são apenas jogos de cartas com apostas que viciam. Digo por experiência própria: minha adicção ao tarot ao final me profissionalizou, mas sofri no processo de administração e controle do vício até saber lidar bem com ele.

O vício não está relacionado apenas ao uso de drogas legais ou ilegais, pode ser um alimento “inocente” como o açúcar na forma de um refrigerante, ou mesmo num comportamento ou um costume que repetimos muito que se, exagerada a medida, torna-se nocivo por perdermos a independência e precisarmos sempre recorrer a ele.

Como tarólogo, se você tem a capacidade de trabalhar para visualizar o oculto, como não usar isso o tempo todo para tudo? Tirar cartas vira um hábito e o treino da leitura dos símbolos, aliada a intuição, como todo trabalho do expert e do virtuoso se baseia na repetição e na insistência.  As cartas podem servir como forma de monitoramento das situações em constante mudança. A partir do momento que a ação fica a mercê de uma tiragem, aí identificamos o vício. 

E como consulente? Como agir de acordo com uma leitura se a cada passo que eu dou eu posso ter a certeza de estar fazendo a coisa certa – ou não – se eu me consultar com o meu tarólogo de confiança? Os tarólogos podem até ficar ricos com um consulente insistente e o consulente pode gastar mais do que tem e pode, mas já não faz mais sentido o que as cartas falam, apenas se repetem ou se tornam informações desconexas, isso quando o jogo não se fecha e então não se consegue mais obter nenhuma informação.

O tarot, as cartas ciganas, o I Ching, as runas, os búzios, etc., enfim, os veículos oraculares que nos conduzem ao mistério e enxergam para além do tempo linear e limitado, são reflexo de uma realidade maior. Quando exageramos na medida temos como resultado inúmeros reflexos: pense na imagem de um globo de espelhos, cada pedacinho de espelho equivale a uma leitura e a nossa visão, que deveria ser clareada e ampliada por essa única leitura, se fragmenta através das várias leituras que cada jogo revela. 

Cada jogada deve servir como ponto de reflexão e mudança. Então, qual a frequência ideal para se consultar? Isso depende muita da situação e do bom senso. Existem tiragens que funcionam por 3 meses dependendo da velocidade dos acontecimentos ou até 1 ano. Pode ser que as coisas mudem em um mês apenas e seja possível já fazer uma nova consulta para entender essa evolução. Eventos inesperados, entretanto, podem acontecer num período de 15 dias ou uma semana e então pedirem uma nova leitura, mas isso é exceção e não regra. Se quiser saber mais sobre o tempo ideal para realizar uma nova consulta, fizemos um post falando um pouco mais sobre isso, dê uma olhada aqui!

 

Vale se perguntar : 

- Realmente as coisas mudaram ou é só ansiedade e pressa de ver tudo resolvido?

- A última leitura que fiz não serviu, pois só quero escutar o que me satisfaz e não quero ouvir o que contraria minhas expectativas?

- Ainda estou digerindo a última leitura e uma nova leitura pode confundir mais ao invés de clarear o entendimento do assunto?

- Minha insistência em querer fazer um jogo de novo é uma esperança que um milagre aconteça e tudo mude?

- Perdi meu poder de ação e quem age em mim são as cartas que ditam o que devo fazer?

 

Ficam alguns questionamentos. O termômetro é esse.

 

Madame Lua (@MadameLuatarot)

madem

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